Este protocolo aborda a candidíase esofágica em pacientes que não conseguem tolerar a terapia antifúngica oral. Quando a via oral não é viável, uma abordagem terapêutica diferente se faz necessária.
A candidíase esofágica com intolerância à terapia oral requer uma via alternativa de administração do antifúngico. A conduta nesse contexto difere da terapia oral padrão e segue orientações baseadas em evidências para o ambiente intravenoso.
A terapia antifúngica intravenosa é recomendada para pacientes que não conseguem tomar medicamentos por via oral. As opções primárias incluem a terapia azólica intravenosa e as equinocandinas, com uma alternativa menos preferida adicional. Uma vez que o paciente consiga tolerar a ingestão oral, a terapia pode ser adequadamente convertida. Os detalhes completos do esquema, posologia e sequenciamento constam no protocolo completo.
O alvo terapêutico é a melhora ou resolução dos sintomas de candidíase esofágica dentro de 7 dias após o início do tratamento.
DOI: 10.1093/cid/civ933