Epilepsia com crises mioclônicas atônicas
ICD-10 G40.4 · ICD-11 8A61.2Y.2

Epilepsia com crises mioclônicas atônicas: o que fazer quando os medicamentos anticonvulsivantes de linhas posteriores não alcançaram o controle das crises

Este protocolo abrange o manejo da epilepsia com crises mioclônicas atônicas em um estágio em que múltiplos ensaios com medicamentos anticonvulsivantes — incluindo agentes de etapas de tratamento posteriores — falharam em alcançar redução adequada das crises ou liberdade das crises.

Linha de tratamento anterior e condição de falha

A linha de tratamento anterior envolveu medicamentos anticonvulsivantes de estágios posteriores, como lamotrigina combinada com valproato e um benzodiazepínico, canabidiol como complemento, sultiame, felbamato, topiramato, zonisamida ou perampanel. Os objetivos pretendidos eram pelo menos uma redução de 50% na frequência das crises, ou idealmente liberdade total das crises. A falha em atingir qualquer um dos objetivos desencadeia a escalada para este protocolo de próxima linha.

Abordagem de próxima linha

Neste estágio, uma abordagem de tratamento invasivo entra em consideração — uma que é explicitamente reservada para situações em que um número substancial de terapias anteriores, incluindo intervenções dietéticas, foram esgotadas. O protocolo estruturado completo — incluindo critérios específicos de intervenção e as evidências por trás dele — está disponível abaixo.

References

Invasive treatment such as vagus nerve stimulation or corpus callosotomy are strongly discouraged early in the disease course unless four or five treatments, including the ketogenic diet, have failed.

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