O Que Fazer Quando a Terapia Antiepiléptica de Primeira Linha Não Controlou as Crises Mioclônicas-Atônicas

Na epilepsia com crises mioclônicas-atônicas, a terapia antiepiléptica de primeira linha nem sempre alcança controle adequado das crises. Quando o tratamento inicial não atinge os alvos de resposta definidos, está indicado um protocolo estruturado de segunda linha.

Terapia prévia — condição de falha

A medicação antiepiléptica de primeira linha — valproato (o agente primário recomendado), clobazam ou clonazepam — não atingiu os alvos exigidos: redução superior a 50% na frequência de crises, ou ausência de crises.

Os objetivos deste protocolo são uma redução superior a 50% na frequência de crises, sendo a ausência de crises o resultado ideal.

Este protocolo descreve uma estratégia de segunda linha que inclui um agente antiepiléptico específico fortemente recomendado para este tipo de crise, bem como uma intervenção dietética identificada como a opção ideal de segunda linha. Os critérios completos de seleção, sequenciamento e o conjunto total de opções estão disponíveis no regime estruturado.

Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências
References
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