O Que Fazer Quando a Terapia Antiepiléptica de Primeira Linha Não Controlou as Crises Mioclônicas-Atônicas
Na epilepsia com crises mioclônicas-atônicas, a terapia antiepiléptica de primeira linha nem sempre alcança controle adequado das crises. Quando o tratamento inicial não atinge os alvos de resposta definidos, está indicado um protocolo estruturado de segunda linha.
Terapia prévia — condição de falha
A medicação antiepiléptica de primeira linha — valproato (o agente primário recomendado), clobazam ou clonazepam — não atingiu os alvos exigidos: redução superior a 50% na frequência de crises, ou ausência de crises.
Alvos do Tratamento
Os objetivos deste protocolo são uma redução superior a 50% na frequência de crises, sendo a ausência de crises o resultado ideal.
Abordagem de Segunda Linha (visão geral parcial)
Este protocolo descreve uma estratégia de segunda linha que inclui um agente antiepiléptico específico fortemente recomendado para este tipo de crise, bem como uma intervenção dietética identificada como a opção ideal de segunda linha. Os critérios completos de seleção, sequenciamento e o conjunto total de opções estão disponíveis no regime estruturado.
References
- Clonazepam was also considered a first-line option, whereas ethosuximide was strongly recommended as second-line therapy.
- A combination of valproate and ethosuximide might be effective, even if either drug fails individually.
- An international Delphi consensus endorsed valproate and clobazam as first-line treatments, with the ketogenic diet identified as the optimal second-line treatment.
- Studies reported seizure freedom with the ketogenic diet in 18–58% of patients with epilepsy with myoclonic-atonic seizures and a greater than 50% seizure reduction in 35–55%.
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