O Que Fazer na Epilepsia com Ausências Mioclônicas Quando as Terapias Adjuvantes Falharam no Controle das Crises

Este protocolo aplica-se a pacientes com epilepsia resistente a medicamentos com ausências mioclônicas (EMA) que não alcançaram controle adequado das crises após esgotar múltiplas estratégias de tratamento adjuvante.

Linha de tratamento anterior — objetivos não alcançados

As terapias adjuvantes — incluindo a adição de fenobarbital em baixa dose a um regime de valproato e etossuximida, rufinamida adjuvante, estimulação do nervo vago ou dieta cetogênica — não alcançaram liberdade das crises ou pelo menos 50% de redução na frequência das crises.

Uma vez esgotadas as estratégias acima sem atingir as metas de controle das crises, o próximo passo envolve um procedimento cirúrgico paliativo. O protocolo completo define as opções específicas, os critérios de seleção e a sequência de tomada de decisão.


  • Liberdade das crises
  • Redução superior a 50% na frequência das crises
  • Resolução completa das crises tônicas

References

  • Palliative corpus callosotomy may serve as a viable therapeutic alternative for children with medically refractory EMA.
  • In 2022, Emma et al. demonstrated favorable outcomes in two children with drug-resistant EMA who underwent this procedure: one patient who received a full corpus callosotomy achieved seizure freedom, while another underwent anterior two-thirds corpus callosotomy experienced a reduction more than 50% in seizure frequency (from 30 to 5–10 daily episodes), with complete resolution of tonic seizures.
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