O Que Fazer Quando a Terapia Anticrises de Primeira Linha Não Controlou as Crises de Ausência Mioclônica

Na epilepsia com ausências mioclônicas, o objetivo clínico principal é o controle das crises de ausência mioclônica. Quando a terapia anticrises inicial não o alcança, uma etapa definida de manejo de próxima linha está indicada.

Condição de Falha da Primeira Linha

Este protocolo se aplica quando a etapa de tratamento anterior — utilizando valproato de sódio, etossucimida ou lamotrigina, isoladamente, em combinação ou como a combinação particularmente eficaz de valproato de sódio com etossucimida — falhou em alcançar o objetivo principal de controle das crises de ausência mioclônica.

A falha dessa abordagem de primeira linha é o gatilho para este regime de próxima linha.

Abordagem de Segunda Linha

Após a falha da primeira linha, o protocolo identifica um grupo específico de medicamentos anticrises de segunda linha para esta situação. A seleção completa, o sequenciamento e os pontos de decisão clínica estão definidos no regime estruturado.

Objetivo do tratamento: Controle das crises de ausência mioclônica.

References

Second-line ASMs include levetiracetam, acetazolamide, zonisamide, topiramate, and lacosamide, while carbamazepine, phenytoin, vigabatrin, gabapentin, and tiagabine should be avoided due to their potential to exacerbate seizures.

Currently, ASMs remain the primary treatment modality for controlling MA.

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