Hiperplasia endometrial
ICD-10 N85.0; N85.1 · ICD-11 GA16.0

Manejo da Hiperplasia Endometrial Atípica Quando a Preservação da Fertilidade é Necessária

A hiperplasia endometrial atípica apresenta um risco real de malignidade subjacente e progressão para câncer endometrial. Quando uma mulher deseja preservar sua fertilidade — ou quando a cirurgia não é adequada — o manejo hormonal conservador torna-se a via de tratamento.

Cenário Clínico

Hiperplasia endometrial atípica (ICD-11 GA16.0 / ICD-10 N85.0; N85.1) em uma mulher que deseja preservar a fertilidade, ou em quem a cirurgia não é uma opção adequada. Essas mulheres devem ser aconselhadas sobre os riscos de malignidade subjacente e a possibilidade de progressão para câncer endometrial antes de se iniciar o manejo não cirúrgico.

Abordagem Terapêutica (visão geral)

O manejo baseia-se em uma abordagem hormonal à base de progestagênios, com a administração intrauterina preferida como via primária e uma alternativa oral disponível em casos selecionados. O regime completo — incluindo os agentes específicos, seu sequenciamento e o algoritmo completo de decisão clínica — está contido no protocolo estruturado.

Objetivos do Tratamento

O objetivo é a regressão histológica da hiperplasia atípica, confirmada por duas biópsias endometriais negativas consecutivas. A revisão é realizada a cada três meses até que esse desfecho seja alcançado.

Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências

References

Women wishing to retain their fertility should be counselled about the risks of underlying malignancy and subsequent progression to endometrial cancer.

First-line treatment with the LNG-IUS should be recommended, with oral progestogens as a second-best alternative (see section 7.2).

Review intervals should be every 3 months until two consecutive negative biopsies are obtained.

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