Pielonefrite Enfisematosa
ICD-10 N10.1 ICD-11 GB51.2

Manejo da Pielonefrite Enfisematosa em Doença Bilateral ou Rim Solitário

Cenário clínico

Este protocolo aborda duas apresentações de alto risco da pielonefrite enfisematosa (PEE): pacientes com PEE bilateral — que constituem um grupo seleto e particularmente vulnerável — e pacientes com PEE envolvendo um rim solitário (único), nos quais as consequências da nefrectomia são especialmente graves.

Por que este cenário é distinto

Na doença bilateral, uma abordagem mais conservadora é adequada; contudo, quando um rim está além de qualquer possibilidade de resgate, a nefrectomia não deve ser postergada. Em um paciente com PEE em rim único, o tratamento conservador é fortemente preferido a fim de evitar que o paciente se torne anéfrico e necessite de diálise permanente ou transplante.

Visão geral da abordagem

A estratégia preferida é o manejo conservador com preservação renal. Um procedimento de drenagem minimamente invasivo é considerado o tratamento de escolha em detrimento de abordagens cirúrgicas abertas, combinado com antibióticos e cuidados de suporte — embora o protocolo completo especifique como o estado clínico e os achados de imagem orientam cada etapa.

Regime completo, sequenciamento e critérios de monitoramento disponíveis no protocolo integral.

Objetivo do tratamento

O desfecho primário é a resolução radiológica: uma tomografia computadorizada de seguimento confirmando o desaparecimento do gás e a resolução da inflamação — processo que pode levar até 12 semanas.

Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1038/nrurol.2009.51

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