A obesidade induzida por medicamentos é o ganho excessivo de peso atribuível a agentes farmacológicos. Quando um curso completo de farmacoterapia intensificada para obesidade não produz redução de peso adequada, o manejo clínico avança para a próxima linha de tratamento — uma abordagem cirúrgica para candidatos adequados.
A linha anterior envolve intensificação com agentes farmacológicos adicionais ou alternativos para obesidade: fentermina/topiramato ER, naltrexona/bupropiona ER, orlistate, liraglutida ou fentermina.
A escalada é acionada quando este regime falha em alcançar >5% de perda de peso corporal total após 3 meses de uso — o limiar que distingue os não respondedores daqueles com probabilidade de se beneficiar da continuação da farmacoterapia.
Para pacientes que são candidatos cirúrgicos adequados, a cirurgia metabólica é a abordagem indicada neste estágio. Os procedimentos específicos considerados e os critérios completos de seleção estão detalhados no protocolo completo.
O sucesso é definido pela perda substancial de peso corporal total — aproximadamente 22,8% a 29,1% no primeiro ano, dependendo do procedimento escolhido — juntamente com a remissão do diabetes tipo 2, quando aplicável.
DOI: 10.2337/dc26-S008
Consider metabolic surgery as a weight and glycemic management approach in people with type 2 diabetes with BMI ≥30.0 kg/m² (or ≥27.5 kg/m² in Asian American individuals) who are otherwise good surgical candidates.
The overwhelming majority of procedures performed in the U.S. are vertical sleeve gastrectomy (VSG) and Roux-en-Y gastric bypass (RYGB).
At 1 year after surgery, those who had RYGB lost on average 29.1% of their total body weight, while those who had VSG lost on average 22.8% of their total body weight.
Among the 6,141 individuals who experienced type 2 diabetes remission, the subsequent type 2 diabetes relapse rate was lower for those who had RYGB than for those who had VSG.
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