Hiperostose Esquelética Idiopática Difusa
ICD-10 M48.1 · ICD-11 FA72.0

Tratamento da Hiperostose Esquelética Idiopática Difusa com Fratura Instável da Coluna Vertebral em Coluna Anquilosada

Quando a hiperostose esquelética idiopática difusa (DISH) leva à anquilose da coluna vertebral, o trauma acarreta um risco substancialmente elevado de fratura vertebral. Uma fratura instável nesse contexto requer uma abordagem cirúrgica específica, distinta do manejo convencional de fraturas da coluna vertebral.

Cenário Clínico

A coluna vertebral anquilosada resultante de DISH é um fator de risco reconhecido para fratura vertebral após trauma. Em pacientes que apresentam fratura instável da coluna vertebral nesse contexto, a intervenção cirúrgica é indicada. A rigidez e a deformidade da coluna cervical também exigem cuidados especiais durante o posicionamento do paciente e o manejo das vias aéreas.

Abordagem Terapêutica (Visão Geral Parcial)

A abordagem preferida concentra-se na estabilização cirúrgica posterior, estendendo a fixação por múltiplos níveis vertebrais em ambos os lados da fratura — os critérios completos de seleção da técnica, o escopo do procedimento e o algoritmo de decisão clínica estão disponíveis no protocolo completo.

Acesso Imediato a Esquemas Terapêuticos Estruturados Baseados em Evidências

References

Surgical interventions might be required in cases of severe symptomatic cervical DISH and for unstable spinal fractures.

For trauma patients, the most important consequence of an ankylosed spine as a result of DISH is the elevated fracture risk of the spine.

The intubation process could be compromised by the stiff and deformed cervical ankylosed spine, positioning/manipulation of the patient should be performed with utmost care and posterior stabilization is currently the preferred method with fixation of at least three levels above and three levels below the fracture.

Percutaneous pedicle screw-based fixation techniques are therefore the favored method for thoracolumbar B3 or C type fractures without neurological deficit.

DOI: 10.1016/j.berh.2020.101527

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