Paralisia diafragmática
ICD-10 J98.6 · ICD-11 CB23.1

Paralisia Diafragmática em Disfunção Diafragmática Bilateral com Integridade da Condução do Nervo Frênico

Esta página aborda o manejo da paralisia diafragmática que se apresenta como disfunção diafragmática bilateral em pacientes nos quais a condução elétrica do nervo frênico permanece intacta — uma subpopulação com uma via terapêutica distinta baseada em dispositivos.

Situação clínica

A disfunção diafragmática bilateral resulta em comprometimento significativo da função muscular respiratória. Em casos selecionados, a via do nervo frênico retém sua condutividade elétrica apesar da perda de atividade diafragmática efetiva. Demonstrar essa integridade é um pré-requisito para a intervenção aplicável a este cenário.

Os candidatos principais para esta abordagem são pacientes nos quais o impulso respiratório está comprometido em nível central enquanto o nervo frênico periférico permanece eletricamente intacto.

Abordagem terapêutica (visão geral parcial)

Quando a condução do nervo frênico é confirmada como intacta, uma intervenção baseada em dispositivo envolvendo estimulação elétrica do nervo frênico é uma opção terapêutica reconhecida. A estimulação promove a contração diafragmática e a geração de respirações. A estimulação pode ser administrada em diferentes níveis anatômicos dependendo do quadro clínico.

O regime estruturado completo — incluindo critérios completos de candidatos, a abordagem para confirmação da integridade nervosa, técnica de estimulação e sequenciamento clínico — está disponível pelo link abaixo.

Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1183/20734735.0218-2024

In selected cases of patients with bilateral diaphragmatic dysfunction, diaphragm pacing is a therapeutic option that consists of a device that electrically stimulates the phrenic nerve, resulting in diaphragmatic contraction and generation of breath.

The primary candidates for this therapy are patients with high cervical spinal cord injuries (above C3), with damage to the respiratory bulbospinal pathways but integrity of the phrenic nerve roots.

It is necessary to demonstrate the integrity of electrical conduction in the phrenic nerve, and stimulation can be performed at cervical, thoracic or diaphragmatic level (on phrenic nerve insertion in the diaphragm), depending on the site of injury.

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