Infecção Diabética do Pé Profunda ou Extensa: O Que Fazer Quando a Úlcera É Potencialmente com Risco para o Membro
Quando uma úlcera diabética do pé é complicada por uma infecção profunda ou extensa — classificada como moderada ou grave — o risco clínico agrava-se acentuadamente. Este protocolo abrange a gestão de casos que satisfazem esses critérios, incluindo infecções acompanhadas de sinais sistémicos de sepse.
Cenário clínico: As infecções são classificadas de acordo com o esquema IDSA/IWGDF como moderadas (mais profundas ou mais extensas) ou graves (acompanhadas de sinais sistémicos de sepse) e podem estar associadas a osteomielite. Este subconjunto é potencialmente com risco para o membro e requer uma avaliação urgente e estruturada.
Visão geral da abordagem: A gestão neste nível de gravidade centra-se na avaliação cirúrgica urgente em paralelo com a avaliação da doença arterial periférica, combinada com o início de antibioterapia parentérica — com o regime subsequentemente orientado pela resposta clínica e pelos dados microbiológicos. O quadro de decisão completo, incluindo o sequenciamento e os critérios de ajuste, consta do protocolo integral.
References
- Infections should be classified using the IDSA/IWGDF scheme as mild (superficial with minimal cellulitis), moderate (deeper or more extensive) or severe (accompanied by systemic signs of sepsis), as well as whether or not they are accompanied by osteomyelitis.
- Urgently evaluate for need for surgical intervention to remove necrotic tissue, including infected bone, release compartment pressure or drain abscesses.
- Assess for PAD; if present consider urgent treatment, including revascularisation.
- Initiate empiric, parenteral, broad-spectrum antibiotic therapy, aimed at common gram-positive and gram-negative bacteria, including obligate anaerobes.
- Adjust (constrain and target, if possible) the antibiotic regimen based on both the clinical response to empirical therapy and culture and sensitivity results.
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