Infecção Diabética do Pé Profunda ou Extensa: O Que Fazer Quando a Úlcera É Potencialmente com Risco para o Membro

Quando uma úlcera diabética do pé é complicada por uma infecção profunda ou extensa — classificada como moderada ou grave — o risco clínico agrava-se acentuadamente. Este protocolo abrange a gestão de casos que satisfazem esses critérios, incluindo infecções acompanhadas de sinais sistémicos de sepse.

Cenário clínico: As infecções são classificadas de acordo com o esquema IDSA/IWGDF como moderadas (mais profundas ou mais extensas) ou graves (acompanhadas de sinais sistémicos de sepse) e podem estar associadas a osteomielite. Este subconjunto é potencialmente com risco para o membro e requer uma avaliação urgente e estruturada.

Visão geral da abordagem: A gestão neste nível de gravidade centra-se na avaliação cirúrgica urgente em paralelo com a avaliação da doença arterial periférica, combinada com o início de antibioterapia parentérica — com o regime subsequentemente orientado pela resposta clínica e pelos dados microbiológicos. O quadro de decisão completo, incluindo o sequenciamento e os critérios de ajuste, consta do protocolo integral.

Acesso Imediato a Regimes Baseados em Evidências Estruturadas

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