Tumor desmoide
ICD-10 D48.1 · ICD-11 2F7C

Tumor Desmoide da Parede Abdominal: O Que Fazer Quando o Tratamento de Primeira Linha Falha no Controle da Doença

Este protocolo aborda o tumor desmoide da parede abdominal em pacientes cujo tratamento inicial não alcançou o controle da doença — especificamente quando as imagens continuam demonstrando progressão, ou quando o tamanho do tumor e os sintomas não se estabilizam após um esforço sustentado de primeira linha.

Cenário Clínico

Tumor desmoide localizado na parede abdominal. Sítios superficiais como este representam uma indicação reconhecida para intervenção em casos de progressão contínua.

Terapia de Primeira Linha — Condição de Falha

O manejo inicial pode incluir ressecção cirúrgica com reconstrução, crioablação ou terapia medicamentosa com agentes como nirogacestat, sorafenibe, pazopanibe, quimioterapia em baixa dose com metotrexato e/ou vinorelbina, ou doxorrubicina lipossomial — geralmente mantida por um período de pelo menos 6 meses.

Este protocolo de próxima linha está indicado quando a abordagem de primeira linha não alcança:

Abordagem de Próxima Linha

Após a falha de primeira linha, o protocolo centra-se em uma estratégia baseada em radioterapia voltada para o controle local da doença. Os critérios de seleção, as considerações clínicas por faixa etária e o framework completo do tratamento estão detalhados no protocolo completo.

Objetivos do Tratamento

Não progressão do tumor nas imagens e controle local da doença.

Acesso Imediato a Esquemas Estruturados Baseados em Evidências
References

DOI: 10.1001/jamaoncol.2024.1805

Superficial sites of disease represent the best indications for surgery in cases of continuous progression, particularly in abdominal wall DT.

Radiotherapy should not be used in children aged 0 to 17 years.

In young adults (aged 18-29 years), radiotherapy should be discussed individually with consideration of its late toxic effects and risk of secondary malignant neoplasms.

Postoperative radiotherapy is associated with an increased local control rate on the whole population, but it likely overtreats a large proportion of patients with indolent DT and exposes these patients to a risk of secondary malignant neoplasms; thus, it should be considered cautiously in this situation.

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