Dermatofibrosarcoma protuberans
ICD-10 C49.9 · ICD-11 2B53.Y

O Que Fazer Quando a Ressecção Adicional Não Libera as Margens no Dermatofibrossarcoma Protuberante

No dermatofibrossarcoma protuberante, obter margens cirúrgicas livres é o principal objetivo do tratamento cirúrgico. Quando a ressecção adicional é realizada, mas não é possível obter margens livres — ou quando novas cirurgias não são mais viáveis — aplica-se um protocolo de segunda linha definido.

Tratamento Anterior e Condição de Falha

O passo anterior — ressecção até que as margens estejam livres, ou até que nova cirurgia não seja possível — não resultou em margens cirúrgicas livres. Esse objetivo não alcançado é o critério que determina a escalada para o protocolo atual.

Próxima Abordagem de Conduta

Quando o controle cirúrgico não pode ser alcançado, a radioterapia é a intervenção estruturada considerada nesta etapa. O protocolo especifica como essa abordagem é calibrada de acordo com o status das margens e a extensão da doença residual — detalhes que vão além do que pode ser resumido aqui.

Critérios clínicos completos, parâmetros de campo e especificações de decisão disponíveis no protocolo completo →

Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências

References

  1. Consider radiation therapy (RT) if margins are deemed narrow by treating physician and further resection would not be feasible upon recurrence.
  2. 50–60 Gy for indeterminate or positive margins, and up to 66 Gy for positive margins or gross tumor (2-Gy fractions per day).
  3. Fields to extend widely beyond surgical margins (eg, 3–5 cm) when clinically feasible.
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