Infecção Cutânea por Mycobacterium kansasii: O Que Fazer Quando a Terapia Antimicrobiana Inicial Não Alcançou a Eliminação das Lesões

Este protocolo destina-se a pacientes com infecção cutânea por Mycobacterium kansasii que completaram um ciclo antimicobacteriano multidrogas de primeira linha sem atingir os desfechos terapêuticos necessários — e para os quais a próxima etapa de manejo deve ser definida.

Linha de Tratamento Anterior — Condição de Falha

O regime de primeira linha consistiu em uma combinação antimicobacteriana multidrogas sensível à rifampicina — rifampicina e etambutol combinados com isoniazida ou um macrolídeo (claritromicina) — mantida por um ciclo com duração superior a 12 meses. Esta linha é considerada como tendo falhado quando não alcança: desaparecimento completo ou substancial das lesões cutâneas pré-existentes, ausência de novas lesões cutâneas e conversão bacteriológica negativa na cultura micobacteriana. O não alcance desses objetivos é o gatilho para a escalada para o presente protocolo.

Abordagem de Próxima Linha — Visão Geral Parcial

Quando o regime antimicrobiano por si só se mostra insuficiente, o manejo é expandido com a adição de um componente de intervenção cirúrgica ao tratamento antimicrobiano em curso.

Indicações completas, especificidades procedimentais e detalhes do regime estão no protocolo completo →

References

DOI: 10.3389/fphar.2023.1242156

For patients with extensive lesions, abscess formation and poor drug efficacy, surgical debridement or foreign body removal can be actively used.

Compared to antimicrobial agents' therapy alone, additional surgical operation of the localized infection with medication has proven to have better outcomes for extracutaneous involvement.

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