Craniofaringioma
ICD-10 D44.4 ICD-11 2F7A.Y&XA9787

Tratamento do Craniofaringioma em Crianças (Menores de 18 Anos)

O craniofaringioma apresenta uma distribuição etária bimodal, com um de seus dois picos de incidência ocorrendo na população pediátrica. O manejo deste tumor em crianças menores de 18 anos requer uma estratégia cirúrgica que difere significativamente da prática em adultos.

Cenário clínico: Este protocolo aplica-se a crianças menores de 18 anos com diagnóstico de craniofaringioma. O pico pediátrico de incidência ocorre entre os 5 e 10 anos de idade, tornando as orientações específicas por faixa etária essenciais para este grupo de pacientes.

Visão geral da abordagem

O manejo centra-se em estratégias cirúrgicas adaptadas à localização do tumor — com ênfase na preservação de estruturas críticas em vez de buscar ressecção agressiva. A abordagem específica depende da presença de compressão das vias visuais, aumento da pressão intracraniana ou hidrocefalia.

Protocolo completo, algoritmo de decisão procedural e classificação de evidências disponíveis abaixo →
Acesso Imediato a Protocolos Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1016/j.ando.2024.07.002

The age distribution of CP is bimodal, with a first peak in incidence observed in children (between the ages of 5 and 10), and a second peak in adults (between the ages of 55 and 69).

In children, suprasellar craniopharyngiomas require limited surgery to simply decompress the visual pathways and marsupialize the cysts, without attempting to pull towards the cisterns or cleave the ventricular wall, using an endoscopic transventricular or trans-sylvian approach (weak).

In the case of intracranial hypertension due to obstructive hydrocephalus associated with a craniopharyngioma, ventriculoperitoneal shunting or cyst treatment (endoscopic emptying or placement of an Omaya drain) is recommended (strong).

In the case of symptomatic optic tract compression, priority should be given to treatment of hydrocephalus and/or surgical decompression of the chiasma via a pterional trans-sylvian approach or endoscopic cystostomy (strong).

Intrasellar craniopharyngioma that does not extend beyond the diaphragm should be treated endonasally by endoscopy or microscopy.

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