Dissecção de artéria coronária
ICD-10 I25.4ICD-11 BA82

Tratamento da Dissecção de Artéria Coronária na Gravidez ou Lactação

Quando a dissecção de artéria coronária (SCAD) ocorre em uma paciente do sexo feminino que está grávida ou amamentando, as decisões farmacoterapêuticas requerem avaliação individual cuidadosa. Os princípios padrão de tratamento ainda se aplicam, mas a seleção dos agentes deve levar em conta a segurança materna, fetal e do lactente.

Cenário Clínico

Este protocolo aborda a dissecção de artéria coronária em mulheres que estão grávidas ou em lactação (amamentando). Deve ser dada consideração especial às recomendações farmacoterapêuticas pós-SCAD para mulheres neste contexto, pois o contexto fisiológico influencia diretamente quais terapias são apropriadas.

Abordagem Terapêutica — Visão Geral Parcial

Apesar dos desafios únicos da gravidez e da lactação, os princípios centrais do manejo da SCAD permanecem consistentes: diagnóstico precoce, confirmação cuidadosa da dissecção e manejo conservador quando não há evidência de isquemia em curso, instabilidade hemodinâmica ou anatomia de risco particularmente elevado. A terapia medicamentosa é aplicada com agentes específicos selecionados por sua compatibilidade estabelecida com a gravidez ou a amamentação.

O regime estruturado completo — incluindo seleção específica de agentes, sequenciamento e pontos de decisão clínica — está disponível no protocolo completo abaixo.

Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências
References

Special consideration must be given to post-SCAD pharmacotherapy recommendations for women who are pregnant or lactating.

Despite the special situation presented by pregnancy, the principles of SCAD management are largely the same as for non–pregnancy-associated SCAD, namely maintenance of a strong suspicion to ensure that the diagnosis is not missed, early and careful angiography to avoid iatrogenic dissection and to confirm the diagnosis, and aiming for conservative management if there is no evidence of ongoing ischemia or infarction, hemodynamic instability, or particularly high-risk anatomy.

DOI: 10.1161/cir.0000000000000564

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