A imunossupressão altera fundamentalmente o perfil de risco da diverticulite cólica. Este cenário clínico requer uma abordagem de manejo distinta, que considere o risco elevado de progressão para doença grave ou complicada.
Pacientes imunocomprometidos e imunossuprimidos têm maior probabilidade de apresentar diverticulite grave ou complicada. Mesmo aqueles com doença inicialmente não complicada apresentam risco elevado de progressão rápida para diverticulite complicada e sepse, tornando o tratamento precoce e adequado essencial.
O manejo nessa população envolve antibioticoterapia de amplo espectro. O esquema completo — incluindo agentes específicos, cobertura de patógenos necessária e duração do tratamento — está descrito no protocolo estruturado completo.
DOI: 10.1053/j.gastro.2020.09.059