Os adenomas hipofisários clinicamente não funcionantes (NFPAs) não produzem uma síndrome de excesso hormonal reconhecível. Quando o tumor atinge o tamanho de macroadenoma, pode comprimir estruturas ópticas adjacentes e ameaçar a função visual — um achado que orienta o momento e a natureza da decisão terapêutica.
Este protocolo aplica-se à apresentação de macroadenoma de um adenoma hipofisário clinicamente não funcionante — em que o tamanho do tumor envolve as vias visuais. A vigilância cuidadosa da função visual é central para determinar quando e como agir.
Uma abordagem cirúrgica é a intervenção primária considerada neste cenário de macroadenoma. O protocolo completo — incluindo seleção de pacientes, detalhes operatórios e manejo pós-operatório — está disponível por meio do link abaixo.
O principal objetivo clínico é a normalização ou melhora significativa dos campos visuais após a intervenção. Os resultados individuais variam, e o monitoramento continua após o tratamento.
DOI: 10.1093/ejendo/lvaf091