Este protocolo se aplica a pacientes com urticária crônica que já estão recebendo um anti-histamínico H1 de segunda geração com um agente biológico ou agente-alvo adicional — omalizumabe, dupilumabe ou remibrutinibe — e ainda não alcançaram controle completo dos sintomas.
A adição de omalizumabe, dupilumabe ou remibrutinibe a um anti-histamínico H1 de segunda geração não atingiu o alvo clínico de controle completo dos sintomas — definido como um escore de atividade da urticária (UAS) contínuo igual a 0 e um escore do teste de controle da urticária (UCT) igual a 16. Esse alvo não atingido é o que desencadeia a escalada para o próximo passo.
O objetivo permanece inalterado: controle completo dos sintomas, medido como UAS contínuo de 0 e UCT de 16 — tratar a doença até sua remissão, da forma mais eficiente e segura possível.
Quando a terapia biológica ou alvo-dirigida anterior não atingiu os alvos clínicos, o próximo passo envolve a adição de um agente de classe diferente — a ciclosporina — ao anti-histamínico H1 de segunda geração mantido.
DOI: 10.1111/all.70210
We suggest using ciclosporin for the treatment of patients with CU unresponsive to licensed treatments or if these are not available.
Patients with CSU who do not show sufficient benefit from treatment with H1-antihistamines, especially if they are also unresponsive to omalizumab, can alternatively be treated with ciclosporin 3–5 mg/kg per day.
The goal of treatment is to treat the disease until it is gone, as efficiently and as safely as possible, aiming at a continuous complete control (consistently UAS = 0/UCT = 16) and a normalization of quality of life.
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