Quando o hematoma subdural crônico se apresenta com sintomas leves ou ausentes, a decisão clínica é significativamente influenciada pelo risco cirúrgico geral do paciente. Para aqueles com comorbidades graves que tornam a cirurgia de alto risco, existe um caminho não cirúrgico baseado em evidências.
Este protocolo aplica-se a pacientes com hematoma subdural crônico com sintomas leves ou assintomáticos — um grupo para o qual a observação ou o manejo não cirúrgico é frequentemente recomendado, particularmente quando comorbidades graves os colocam em categoria de alto risco cirúrgico.
A abordagem estruturada para essa população concentra-se no manejo não cirúrgico, incorporando uma estratégia farmacológica específica estudada em um ensaio clínico randomizado com pacientes com hematoma subdural crônico não operatório. Uma intervenção endovascular adjuvante direcionada a um vaso meníngeo também pode ser considerada juntamente com o cuidado não cirúrgico.
O objetivo mensurável primário é a redução do volume do hematoma na tomografia computadorizada em 8 semanas, juntamente com a melhora do desfecho neurológico e a evitação de intervenção cirúrgica de resgate.
For patients with mild symptoms or for patients who are asymptomatic, observation is frequently recommended, particularly for patients with major comorbidities that place them in a high surgical risk category.
Jiang et al, in a randomized controlled trial (RCT) of atorvastatin therapy in 196 patients with nonoperative cSDH with mild symptoms, reported that after 8 weeks, patients in the atorvastatin group had a better hematoma volume reduction, a better neurological outcome, and a lower rate of surgical bailout.
Current data supports MMAE as an adjunct to conventional surgical or nonsurgical management.
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