Leucemia mieloide crônica
ICD-10 C92.1 · ICD-11 2B33.2

LMC: O Que Fazer Quando a Terapia de Primeira Linha com Inibidor de Tirosina Quinase Falhou

Este protocolo aborda o cenário clínico no qual um paciente com leucemia mieloide crônica recebeu terapia de primeira linha com inibidor de tirosina quinase (TKI), mas não atingiu os marcos necessários de resposta citogenética ou molecular. Uma abordagem de próxima linha bem definida está indicada nesse contexto.

Linha Anterior — Condição de Falha

A terapia com TKI de primeira linha com imatinibe, dasatinibe, nilotinibe ou bosutinibe não alcançou resposta molecular precoce (transcritos BCR::ABL1 <10% em 3 ou 6 meses), resposta citogenética completa (BCR::ABL1 ≤1%) em 12 meses, ou resposta molecular maior (BCR::ABL1 ≤0,1%). Essa falha em atingir os marcos de resposta é o gatilho para a escalada para este protocolo.

Abordagem de Tratamento de Próxima Linha (Visualização Parcial)

A estratégia envolve a mudança para um inibidor de tirosina quinase de segunda geração, com a seleção do agente baseada em parte no perfil de mutação do paciente. Os critérios completos de seleção, sequenciamento e algoritmo de decisão estão disponíveis no protocolo completo.

Objetivos do Tratamento

Resposta citogenética completa (CCyR; transcritos BCR::ABL1 [IS] ≤1%) e resposta molecular maior (MMR).

References

DOI: 10.1002/ajh.27443

  • Based on these studies, several noteworthy ideas have emerged.
  • First, second-line treatment with dasatinib, bosutinib, or nilotinib can yield high rates of responses in patients who have inadequate response to imatinib, including high rates of MMR, and they are better than imatinib dose escalation.
  • Physician may favor dasatinib or bosutinib if the patient has the following mutations: Y253H, E255K/V, or F359C/V.
  • Alternatively, nilotinib may be favored in the presence of the V299L and F317L mutations.
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