A hepatite B crônica requer manejo antiviral de longo prazo para suprimir a replicação viral, prevenir lesão hepática progressiva e alcançar endpoints virológicos e bioquímicos duradouros. O tratamento de primeira linha baseia-se em uma classe preferencial de agentes antivirais orais, com a seleção do agente orientada por fatores individuais do paciente.
O tratamento de primeira linha envolve terapia antiviral oral de longo prazo com um análogo de nucleos(t)ídeo preferencial — o agente específico escolhido depende da função renal, doença óssea, gravidez, estado de coinfecção pelo HIV e exposição antiviral prévia.
Os alvos principais são o DNA do HBV indetectável por ensaio baseado em PCR, perda e soroconversão do HBeAg, perda e soroconversão do HBsAg, e normalização da ALT sérica.
DOI: 10.1097/HEP.0000000000001549
There are three NAs that are preferred for treatment of CHB: entecavir (ETV), tenofovir disoproxil fumarate (TDF), and tenofovir alafenamide (TAF).
All 3 drugs provide high efficacy in achieving HBV DNA suppression, have low rates of antiviral resistance, and are well tolerated and broadly applicable (including for persons with decompensated cirrhosis and immunocompromised states).
TAF is not recommended if creatinine clearance is less than 15mL/min and not yet on dialysis.
Therefore, surrogate virological (HBV DNA undetectable by a PCR-based assay, HBeAg loss and seroconversion, HBsAg loss and seroconversion), biochemical (serum ALT normal) and infrequently, histological (improvement in necroinflammation by ≥ 2 points with no worsening of fibrosis) endpoints are used as measures of treatment efficacy.
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