Tratamento do Cordoma com Recidiva Local-Regional Isolada na Base do Crânio
A recidiva local-regional isolada confinada à base do crânio é um cenário específico e clinicamente desafiador no cordoma. Existe uma via de tratamento baseada em diretrizes para esta situação, distinta do manejo da doença sistêmica ou à distância.
Cordoma com recidiva local-regional isolada localizada na base do crânio. Neste sítio anatômico, a extensão da ressecção cirúrgica e o planejamento da radioterapia envolvem considerações específicas que influenciam diretamente os desfechos de controle local.
O manejo centra-se na radioterapia de resgate com intenção curativa, utilizando re-irradiação em alta dose. A intervenção cirúrgica também pode ser considerada em combinação. O protocolo completo define a seleção de modalidade, o esquema de dosagem, a abordagem de fracionamento e os objetivos de ressecção — nenhum dos quais é apresentado integralmente aqui.
References
DOI: 10.1093/annonc/mdx054
- Skull-base isolated local-regional relapse.
- For skull-base tumors R1 resection should be the goal of surgical treatment in all cases, in order to reduce tumor volume and increase the effectiveness of subsequent RT (V-A).
- Salvage RT with curative intent should be offered with the same modality employed for first line therapy (V-C).
- Since chordomas are radioresistant, a dose of at least 74 GyE should be delivered, using conventional fractionation (1.8–2 GyE) for photon and proton therapy (V*-A); moderately hypofractionated schedules can be used with carbon ions with dose per fractions ranging between 3 and 4.4 Gy RBE and total doses ranging from 60 and 70.4 Gy RBE.