Este protocolo abrange o tratamento de pacientes adultos hospitalizados com pneumonia adquirida na comunidade (PAC) que apresentam fatores de risco para MRSA validados localmente — situação em que a cobertura empírica deve ir além do esquema padrão para PAC.
A cobertura empírica para MRSA está indicada em pacientes adultos hospitalizados com PAC quando determinados fatores de risco validados localmente estão presentes. Os fatores de risco com suporte de evidências são:
A cobertura empírica para MRSA não é recomendada como prática rotineira para todos os pacientes com PAC — apenas quando esses fatores de risco tenham sido identificados.
O esquema acrescenta cobertura empírica dirigida ao MRSA sobre a terapia padrão para PAC. A coleta de amostras microbiológicas — incluindo culturas e PCR nasal — é realizada no início do tratamento para permitir a descalonagem ou a confirmação da necessidade de manutenção da terapia às 48 horas.
O tratamento visa a estabilidade clínica, definida como resolução das alterações dos sinais vitais (frequência cardíaca, frequência respiratória, pressão arterial, saturação de oxigênio e temperatura), capacidade de se alimentar e retorno ao nível de consciência habitual. Espera-se que a maioria dos pacientes alcance estabilidade dentro de 48 a 72 horas; a terapia é mantida por no mínimo 5 dias no total.
DOI: 10.1164/rccm.201908-1581ST
We recommend clinicians only cover empirically for MRSA or P. aeruginosa in adults with CAP if locally validated risk factors for either pathogen are present (strong recommendation, moderate quality of evidence).
The most consistently strong individual risk factors for respiratory infection with MRSA or P. aeruginosa are prior isolation of these organisms, especially from the respiratory tract, and/or recent hospitalization and exposure to parenteral antibiotics.
Add MRSA coverage and obtain cultures/nasal PCR to allow deescalation or confirmation of need for continued therapy.
We recommend that the duration of antibiotic therapy should be guided by a validated measure of clinical stability (resolution of vital sign abnormalities [heart rate, respiratory rate, blood pressure, oxygen saturation, and temperature], ability to eat, and normal mentation), and antibiotic therapy should be continued until the patient achieves stability and for no less than a total of 5 days (strong recommendation, moderate quality of evidence).
As most patients will achieve clinical stability within the first 48 to 72 hours, a total duration of therapy of 5 days will be appropriate for most patients.
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