Mielopatia cervical
ICD-10 M50.0 · ICD-11 8B42&XA1SP1

Mielopatia Cervical na DCM Leve: Quando o Tratamento Inicial Não Interrompe o Declínio Neurológico

Este protocolo aborda pacientes com mielopatia cervical degenerativa (DCM) de gravidade leve — escore mJOA de 15 a 17 — com sinais e sintomas de mielopatia cervical e evidência de compressão medular à RM, cujo tratamento inicial não alcançou estabilização ou melhora neurológica.

Cenário Clínico

A DCM leve é diagnosticada quando o paciente apresenta sinais e sintomas compatíveis com mielopatia e evidência de compressão da medula espinal cervical à RM, com escore mJOA de 15 a 17. Nessa gravidade, o tratamento inicial pode incluir abordagem cirúrgica ou um período supervisionado de reabilitação estruturada.

Linha Anterior — Condição de Falha

Quando foi realizado um período supervisionado de reabilitação estruturada e o paciente não conseguiu interromper a progressão da doença, apresentou deterioração neurológica ou não demonstrou melhora da função neurológica no escore mJOA, a escalada para a próxima etapa de manejo é indicada.

Próxima Etapa — Direção do Tratamento (Parcial)

Após a falha do tratamento não cirúrgico, a direção indicada envolve intervenção operatória com o objetivo de descompressão da medula espinal cervical — embora a abordagem específica, as indicações e o fluxo de decisão completo estejam detalhados apenas no protocolo completo.

Técnica específica, momento da intervenção e critérios de decisão completos estão disponíveis no protocolo estruturado completo abaixo.

Objetivo do Tratamento

Um resultado bem-sucedido é definido como escore mJOA pós-operatório final igual ou superior a 16, refletindo recuperação neurológica significativa.

Acesso Imediato a Esquemas Terapêuticos Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1177/2192568217703088

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