Este protocolo abrange o manejo de primeira linha do câncer do colo do útero confirmado nos estágios FIGO IA2, IB ou IIA — uma faixa de estadiamento em que a intervenção cirúrgica definitiva é a principal via terapêutica, com o procedimento específico orientado por fatores individuais da paciente, incluindo as intenções de preservação da fertilidade.
A paciente apresenta câncer do colo do útero estadiado como FIGO IA2, IB ou IIA. Isso abrange tumores desde a invasão microscópica além do estágio mais inicial até o envolvimento da vagina superior, representando uma população para a qual o manejo cirúrgico é considerado o padrão de cuidado.
A preferência da paciente em relação à fertilidade futura é um fator determinante na escolha da abordagem cirúrgica mais adequada.
O manejo é cirúrgico, envolvendo intervenção ao nível do colo do útero juntamente com avaliação e remoção dos linfonodos regionais. Existem duas vias principais dependendo do desejo de preservação da fertilidade — a abordagem padrão difere substancialmente da alternativa que preserva a fertilidade. As opções de acesso cirúrgico também fazem parte da decisão.
Os critérios completos de seleção do procedimento, as opções técnicas e o esquema terapêutico completo estão detalhados no protocolo estruturado.
DOI: 10.1093/annonc/mdx220
In patients with FIGO stage IA2, IB and IIA, radical hysterectomy with bilateral lymph node dissection (with or without SLN) is standard treatment, if the patient does not wish to preserve fertility [I, B].
This can be carried out either by laparotomy or laparoscopy (which can be robotically assisted).
For patients wishing to preserve fertility, cone biopsy or radical trachelectomy with PLND is the standard procedure.
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