Apneia central do sono
ICD-10 G47.3 · ICD-11 7A40

Apneia central do sono devida à respiração periódica em altitude elevada quando a acetazolamida falha no controle da hipoxemia noturna

Este protocolo aplica-se a pacientes com apneia central do sono impulsionada pela respiração periódica em altitude elevada — exposição acima de 1600 m — que não alcançaram controle adequado com a abordagem farmacológica inicial.

Cenário clínico

A altitude elevada promove instabilidade respiratória durante o sono, um padrão conhecido como respiração periódica em altitude elevada (RPAE). Pode ocorrer acima de 1600 m mesmo em indivíduos saudáveis, e sua frequência aumenta com o aumento da altitude. O resultado são episódios apneicos centrais recorrentes com oxigenação noturna comprometida.

Por que a primeira linha de tratamento foi insuficiente

O tratamento anterior — acetazolamida — visava reduzir a hipoxemia noturna, encurtar o tempo de respiração periódica, diminuir o índice de apneia-hipopneia e melhorar a saturação de oxigênio noturna. Quando essas metas não são suficientemente atingidas, o protocolo atual torna-se o próximo passo indicado.

Abordagem de próxima linha (parcial)

A ventilação servoassistida adaptativa (ASV) é a intervenção a considerar nesta fase. O protocolo completo especifica os critérios clínicos e as condições para sua aplicação.

Acesso Imediato a Esquemas Terapêuticos Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1183/20734735.0235-2023

High altitude can promote respiratory instability during sleep (also known as high altitude periodic breathing (HAPB)).

HAPB may be observed in altitudes >1600 m in healthy subjects, and the rates increase with increasing altitude.

In patients with OSA, central events not addressed by their CPAP device can emerge.

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