Insuficiência adrenal central
ICD-10 E27.4 · ICD-11 5A74.Z

Tratamento da Insuficiência Adrenal Central na Apoplexia Hipofisária com Insuficiência Adrenal Aguda

A apoplexia hipofisária pode precipitar insuficiência adrenal aguda — uma emergência com risco de vida em que a deficiência rápida de cortisol exige reconhecimento e tratamento imediatos. Como a insuficiência adrenal aguda é uma causa importante de mortalidade nesse contexto, o tratamento deve ser iniciado prontamente e não pode aguardar confirmação laboratorial.

Cenário Clínico

Este protocolo aborda pacientes que se apresentam com apoplexia hipofisária e desenvolvem insuficiência adrenal aguda. O reconhecimento da insuficiência adrenal secundária no contexto da apoplexia hipofisária é fundamental; o atraso no tratamento representa risco de crise adrenal. A terapia com glicocorticoides deve ser iniciada prontamente para prevenir a crise e mantida até que a função hipofisária normal seja confirmada.

Abordagem Terapêutica

A base do tratamento é a terapia com glicocorticoides imediata. A via e a forma de administração dependem do estado clínico do paciente e da capacidade de tolerar medicamentos orais.

Esquema posológico completo, seleção da via e algoritmo clínico disponíveis no protocolo completo →
Acesso Imediato a Protocolos Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1210/jc.2016-2118

Because acute AI is a major cause of mortality, we recommend GC therapy until a laboratory diagnosis is established and the patient maintains normal pituitary function.

Recognizing acute secondary AI is critical, and patients should begin GC therapy promptly to prevent AC.

When patients cannot tolerate oral medications, they should begin with a 100–200 mg iv HC bolus followed by 2–4 mg/h by continuous infusion or 50–100 mg injections every 6 hours.

Clinicians have also used high doses of dexamethasone to treat pituitary apoplexy.

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