Síndrome do túnel do carpo
ICD-10 G56.0 · ICD-11 8C10.0

Síndrome do Túnel do Carpo Leve a Moderada Após Imobilização ou Terapia Conservadora Sem Alívio dos Sintomas

Este protocolo aborda pacientes com síndrome do túnel do carpo leve a moderada e sem evidência de lesão do nervo mediano nos estudos eletrodiagnósticos, cujos sintomas na mão não melhoraram adequadamente após um período de medidas conservadoras de primeira linha.

Cenário Clínico
Síndrome do túnel do carpo leve a moderada, confirmada sem lesão do nervo mediano nos estudos eletrodiagnósticos. O tratamento conservador pode ser oferecido inicialmente a essa população; nos casos leves a moderados, um ensaio de terapia conservadora é recomendado como primeiro passo. Quando esse ensaio não produz o alívio esperado, aplica-se uma abordagem estruturada de próxima linha.
Linha Anterior: Objetivos Não Alcançados

A etapa anterior pode ter incluído imobilização noturna neutra do pulso com exercícios de deslizamento nervoso, ultrassom terapêutico do túnel do carpo, mobilização dos ossos do carpo ou yoga.

Essa linha visava à melhora da dor na mão e das parestesias na distribuição do nervo mediano em duas a seis semanas, com benefício máximo esperado em três meses. Quando esses objetivos não são alcançados, este protocolo define o próximo passo.

Abordagem de Próxima Linha (Visão Parcial)
O próximo passo envolve uma intervenção baseada em corticosteroide — que pode ser administrada localmente no túnel do carpo ou, alternativamente, por via oral sistêmica. A seleção completa do agente, o sequenciamento e as considerações sobre doses repetidas estão disponíveis no protocolo completo.
Como é o Sucesso
Melhora dos sintomas da mão com duração de 10 semanas a mais de um ano com a intervenção primária; melhora com duração de até oito semanas com a opção sistêmica alternativa.
Acesso Imediato a Esquemas Terapêuticos Estruturados Baseados em Evidências
References
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