Este protocolo abrange o manejo de bradiarritmias que ocorrem no contexto da toxicidade por digoxina quando a etapa inicial de tratamento não alcançou a resolução do distúrbio de ritmo.
A abordagem inicial das bradiarritmias neste cenário envolve a atropina. Agentes como adrenalina e isoprenalina são evitados nessa fase devido ao risco de fibrilação ventricular. Quando o objetivo — resolução das bradiarritmias — não é alcançado, a escalada para a próxima etapa do protocolo é indicada.
Quando a atropina não resolveu a bradiarritmia, a estimulação cardíaca pode ser considerada — embora requeira condições clínicas específicas e supervisão especializada que são definidas no protocolo completo.
O objetivo clínico permanece a resolução das bradiarritmias.
DOI: 10.1097/MEJ.0000000000001065
Bradyarrhythmias can be treated with atropine, but drugs such as adrenaline and isoprenaline should be avoided as they can trigger ventricular fibrillation; cardiac pacing may be needed for some patients, but should only be undertaken by expert teams.
Cardiac pacing requires extreme caution and, while necessary and beneficial for some patients, should only be undertaken if digoxin immune Fab is not immediately available and by clinicians with the requisite expertise and within a coronary care or cardiac intensive care setting.
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