Tumor esplênico benigno
ICD-10 D13.9 · ICD-11 3B81.0

Tumor Esplênico Benigno em Paciente com Histórico de Neoplasia Primária com Tendência a Metastizar para o Baço

Em pacientes com câncer primário prévio, uma lesão esplênica descoberta incidentalmente apresenta um desafio diagnóstico crítico: distinguir um tumor benigno de metástase esplênica. Fatores clínicos e de imagem específicos determinam os próximos passos adequados.

Cenário Clínico

O paciente possui histórico de neoplasia primária com tendência conhecida de metastizar para o baço, e está presente uma lesão esplênica descoberta incidentalmente com mais de 1 cm. As características de imagem levantam preocupação quanto à metástase — incluindo heterogeneidade da lesão, margens mal definidas ou infiltrativas, e multiplicidade. Neste contexto, a lesão deve ser suspeita de ser uma metástase até que se prove o contrário.

Abordagem de Avaliação

Quando estas características de imagem estão presentes, é necessária uma avaliação diagnóstica adicional. O protocolo completo especifica as etapas de avaliação recomendadas e o envolvimento essencial de especialistas que deve ser assegurado antes de qualquer intervenção esplênica ser considerada…

Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1016/j.jacr.2013.05.020

In a patient with a history of a primary neoplasm with a tendency to metastasize to the spleen, an incidentally discovered splenic lesion >1 cm should be suspected to be a metastasis.

Although masses >1 cm may be benign, imaging characteristics that favor metastasis include heterogeneity of the lesion, poorly defined or infiltrating margins, and multiplicity.

If these imaging features are present, further evaluation with PET or biopsy may be considered.

Before any intervention of the spleen is contemplated, a surgical consult is essential for backup.

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