Em pacientes com câncer primário prévio, uma lesão esplênica descoberta incidentalmente apresenta um desafio diagnóstico crítico: distinguir um tumor benigno de metástase esplênica. Fatores clínicos e de imagem específicos determinam os próximos passos adequados.
O paciente possui histórico de neoplasia primária com tendência conhecida de metastizar para o baço, e está presente uma lesão esplênica descoberta incidentalmente com mais de 1 cm. As características de imagem levantam preocupação quanto à metástase — incluindo heterogeneidade da lesão, margens mal definidas ou infiltrativas, e multiplicidade. Neste contexto, a lesão deve ser suspeita de ser uma metástase até que se prove o contrário.
Quando estas características de imagem estão presentes, é necessária uma avaliação diagnóstica adicional.
DOI: 10.1016/j.jacr.2013.05.020
In a patient with a history of a primary neoplasm with a tendency to metastasize to the spleen, an incidentally discovered splenic lesion >1 cm should be suspected to be a metastasis.
Although masses >1 cm may be benign, imaging characteristics that favor metastasis include heterogeneity of the lesion, poorly defined or infiltrating margins, and multiplicity.
If these imaging features are present, further evaluation with PET or biopsy may be considered.
Before any intervention of the spleen is contemplated, a surgical consult is essential for backup.
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