Tumor esofágico benigno
ICD-10 D13.0 · ICD-11 2E92.0

GIST Esofágico com Não Ressecabilidade Primária: O Que Vem Após a Terapia TKI Neoadjuvante?

Este protocolo destina-se a pacientes com tumor estromal gastrointestinal esofágico (GIST) que apresentaram não ressecabilidade primária e já receberam terapia neoadjuvante sistêmica com objetivo de redução do estadiamento tumoral. Ele define o próximo passo estruturado uma vez que essa linha prévia foi concluída.

Cenário Clínico

GIST esofágico com não ressecabilidade primária. De acordo com as diretrizes atuais da ESMO, o tratamento neoadjuvante para redução do estadiamento é a abordagem indicada nesse contexto, com avaliação da resposta tumoral radiológica em intervalos de 3 a 4 meses.

Linha de Tratamento Prévia & Seu Desfecho

A linha prévia consistiu em terapia neoadjuvante sistêmica — imatinibe, sunitinibe, regorafenibe ou avapritinibe, selecionados conforme o perfil mutacional — com o objetivo de alcançar a regressão radiológica máxima do tumor. Este protocolo é ativado uma vez que esse desfecho de regressão foi atingido e confirmado por imagens seriadas.

Próximo Passo (Visão Parcial)

Uma vez confirmada a regressão radiológica máxima do tumor, a abordagem cirúrgica torna-se o curso indicado. O esquema estruturado completo — incluindo critérios completos, sequenciamento e pontos de decisão clínica — está disponível por meio do link abaixo.

Acesso Imediato a Esquemas Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1515/iss-2023-0011

According to the latest ESMO guidelines, neoadjuvant treatment for downstaging is indicated in case of primary non-resectability, with evaluation of tumor regression in 3–4 monthly intervals.

Surgical resection is then scheduled once maximal radiological tumor regression is achieved.

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