Tratamento do Esôfago de Barrett com Displasia de Alto Grau ou Carcinoma Intramucoso Confirmados
Quando o esôfago de Barrett progride para displasia de alto grau (DAG) ou carcinoma intramucoso (CIM) confirmados patologicamente, a situação clínica exige intervenção ativa. A vigilância isolada não é mais adequada — as evidências favorecem fortemente o manejo endoscópico em detrimento das alternativas cirúrgicas nessa população.
Cenário Clínico
Esôfago de Barrett com
displasia de alto grau (DAG) ou
carcinoma intramucoso (CIM) esofágicos confirmados patologicamente — uma indicação bem definida para terapia de erradicação.
Abordagem Terapêutica
A pedra angular do manejo é a
terapia de erradicação endoscópica (TEE) — uma estratégia baseada em endoscopia que combina uma etapa inicial direcionada à doença visível no segmento de Barrett com uma fase ablativa subsequente visando o epitélio remanescente. A sequência procedimental completa, a técnica ablativa preferida e o regime adjunto são detalhados no protocolo completo.
Objetivos clínicos: Erradicação completa da displasia (ECD) e erradicação completa da metaplasia intestinal (ECMI) do esôfago — ambas com alvo de 18 meses.
References
DOI: 10.14309/ajg.0000000000001680
- We recommend EET compared with esophagectomy in patients with BE with HGD or IMC (strength of recommendation: strong; quality of evidence: moderate).
- We suggest initial ER of any visible lesions before the application of ablative therapy in patients with BE undergoing EET (strength of recommendation: conditional; quality of evidence: very low).
- Priority quality indicators established include monitoring the rate at which CEIM is achieved by 18 months in patients with BE-related dysplasia and IMC referred for EET (outcome measure, threshold 70%), and the rate at which CED is achieved by 18 months in patients with BE-related dysplasia and IMC referred for EET (outcome measure, threshold 80%).
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