Babesiose Grave no Hospital: Manejo de Segunda Linha Quando o Tratamento Inicial Falha em Resolver a Infecção

A babesiose grave que requer internação hospitalar é uma condição séria que pode ser complicada por anemia acentuada, síndrome do desconforto respiratório agudo, coagulação intravascular disseminada, insuficiência cardíaca congestiva, comprometimento renal e hepático, choque e outras complicações com risco de vida. Quando pacientes hospitalizados não respondem adequadamente à terapia inicial, é necessária a escalada para um regime alternativo.

Tratamento Anterior — Condição de Falha

O manejo de primeira linha para pacientes hospitalizados com babesiose grave aguda utiliza atovaquona mais azitromicina ou clindamicina mais quinina. A resposta esperada é a resolução dos sintomas, uma diminuição da parasitemia de Babesia no esfregaço de sangue periférico para abaixo de 4%, e eliminação da febre e dos parasitas no esfregaço dentro de aproximadamente uma semana. Quando os sintomas pioram, a parasitemia aumenta, ou esses objetivos não são alcançados, o regime de primeira linha é considerado como tendo falhado e uma abordagem alternativa é necessária.

Abordagem de Segunda Linha (Visão Geral Parcial)

Nesta fase, o manejo envolve a mudança para regimes refratários alternativos que incorporam azitromicina em combinação com outros agentes — o protocolo completo especifica quais opções de combinação se aplicam e as considerações clínicas que orientam a seleção.

References
DOI: 10.1093/cid/ciab275
  • Severe babesiosis requires hospital admission and can be complicated by marked anemia, acute respiratory distress syndrome, disseminated intravascular coagulation, congestive heart failure, renal and liver impairment/failure, shock, splenic infarct or rupture, warm autoimmune hemolytic anemia, and/or fatal outcome.
  • Worsening of symptoms or increasing parasitemia despite azithromycin plus atovaquone followed by clindamycin and quinine should prompt consideration of an alternative antimicrobial regimen (Table 3).
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