Babesiose em Pacientes Altamente Imunodeprimidos Após Falha do Tratamento de Primeira Linha
Este protocolo aborda o manejo da babesiose quando o tratamento de primeira linha falha em eliminar a parasitemia em pacientes com imunossupressão significativa — uma população com risco elevado de infecção refratária e recidivante.
População de Pacientes
Pacientes altamente imunodeprimidos — incluindo aqueles em uso de rituximabe para linfoma de células B ou doença autoimune, em esquemas imunossupressores para transplante de órgão sólido ou de medula óssea ou malignidade, pacientes com malignidade e asplenia, ou aqueles com infecção pelo HIV e contagens baixas de linfócitos T CD4 (AIDS).
Condição de Falha da Primeira Linha
O tratamento inicial — um curso de 6 semanas de atovaquona associada à azitromicina (ou clindamicina associada à quinina), incluindo uma fase de redução gradual — não atingiu o desfecho exigido:
os parasitas de Babesia permaneceram detectáveis no esfregaço de sangue periférico durante as 2 últimas semanas de tratamento. Este protocolo é indicado quando esse objetivo não é alcançado.
Manejo Refratário — Visão Parcial
Quando a parasitemia persiste apesar do tratamento de primeira linha, o manejo envolve a mudança para um dos diversos esquemas combinados alternativos baseados em atovaquona — com a combinação específica determinada por fatores clínicos detalhados no protocolo completo.
A seleção completa do esquema, os critérios de sequenciamento e a lógica de decisão clínica estão disponíveis no protocolo completo abaixo.
References
DOI: 10.1093/cid/ciab275
They include those who (i) have received or are receiving rituximab for B cell lymphoma or an autoimmune disorder, (ii) are receiving other immunosuppressive regimens for solid organ or bone marrow transplantation or malignancy, (iii) have malignancy and are asplenic, or (iv) have HIV infection with low CD4 T cell counts (AIDS).
If infection relapses, consider one of the regimens listed in Table 3.
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