Gastrite atrófica metaplásica autoimune
ICD-10 K29.4 · ICD-11 DA42.0

Tratamento da Gastrite Atrófica Metaplásica Autoimune com Infecção Ativa por H. pylori e Alergia à Penicilina

Cenário Clínico

Este protocolo aborda pacientes com gastrite autoimune (AIG) que apresentam uma infecção ativa concomitante por Helicobacter pylori e uma alergia verdadeira documentada à penicilina. A alergia limita diretamente quais regimes de erradicação são apropriados, restringindo as opções seguras de primeira linha para essa população.

Por Que Esta Combinação Requer uma Abordagem Específica

A infecção ativa por H. pylori no contexto da gastrite autoimune tem implicações para o risco de câncer e pode agravar deficiências nutricionais, tornando a erradicação uma prioridade. Uma alergia confirmada à penicilina, no entanto, descarta vários regimes que de outra forma seriam recomendados. Entre as opções padrão para pacientes sem tratamento prévio, apenas um regime permanece adequado quando há alergia à penicilina.

Abordagem Terapêutica (Visão Parcial)

A abordagem de primeira linha recomendada para este cenário é a terapia quádrupla de erradicação otimizada com bismuto. O protocolo completo — incluindo os agentes específicos, esquema de dosagem e sequenciamento — está disponível no regime estruturado abaixo.

Objetivos do Tratamento

A erradicação de H. pylori deve ser confirmada por um teste de cura negativo — teste respiratório da ureia, teste de antígeno fecal ou teste baseado em biópsia — realizado pelo menos 4 semanas após o término da terapia.

Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.14309/ajg.0000000000002968

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