Taquicardia atrial
ICD-10 I47.1 · ICD-11 BC81.0

Flutter Atrial Quando o Controlo da Frequência Não Foi Alcançado: O Que Fazer a Seguir

No flutter atrial ou taquicardia atrial macro-reentrante hemodinamicamente estável, a prioridade inicial é controlar a frequência ventricular rápida. Quando esse objetivo não é atingido, o foco clínico muda — e é necessária uma abordagem diferente.

Cenário clínico
Flutter atrial ou taquicardia atrial macro-reentrante sem instabilidade hemodinâmica, em que o controlo da frequência ventricular não foi adequadamente alcançado com a terapêutica de primeira linha.
Linha anterior Objetivo não alcançado
O controlo da frequência com um beta-bloqueador i.v., ou diltiazem ou verapamil i.v. foi a abordagem inicial. O objetivo pretendido — controlo adequado da frequência ventricular rápida — não foi alcançado. Este protocolo representa o próximo passo.
Próximo passo — conversão do ritmo
O objetivo clínico nesta fase é a conversão ao ritmo sinusal. Existem estratégias elétricas e farmacológicas estabelecidas para este fim, com opções adicionais em doentes com determinados dispositivos implantados. A abordagem específica, os critérios e a sequência estão definidos no protocolo completo.
Acesso Imediato a Esquemas Terapêuticos Estruturados Baseados em Evidências
References
DOI: 10.1093/eurheartj/ehz827
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