Na fibrilação atrial, a anticoagulação oral é fundamental para a prevenção do AVC. Quando um antagonista da vitamina K é utilizado e o paciente não mantém o tempo adequado dentro da faixa-alvo do INR, isso constitui uma falha da estratégia inicial de anticoagulação — e um próximo passo definido se aplica.
A abordagem anterior utilizou um antagonista da vitamina K com um INR-alvo de 2,0–3,0. A condição de falha que desencadeia a escalada é a incapacidade de manter tempo adequado na faixa terapêutica com esse agente — especificamente, um tempo na faixa terapêutica abaixo de 70%.
O controle consistente do INR dentro da faixa de 2,0–3,0 é o objetivo definido para essa terapia; não atingi-lo indica que uma estratégia de anticoagulação diferente é necessária.
Para pacientes elegíveis que não mantiveram controle adequado do INR com um antagonista da vitamina K, a mudança para uma classe diferente de anticoagulante oral é a abordagem descrita neste protocolo — com o objetivo de prevenir tromboembolismo e reduzir o risco de hemorragia intracraniana.
DOI: 10.1093/eurheartj/ehae176
Switching to a DOAC is recommended for eligible patients that have failed to maintain an adequate time in therapeutic range on a VKA (TTR <70%) to prevent thromboembolism and intracranial haemorrhage.
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