A síndrome de Asherman envolve aderências intrauterinas (AIUs) que podem variar em gravidade. Nas apresentações mais graves, a formação extensiva de aderências pode tornar as abordagens menos invasivas impraticáveis ou impossíveis, exigindo uma estratégia operatória distinta.
Este protocolo aborda aderências intrauterinas graves em pacientes para os quais outras técnicas não são viáveis ou possíveis. Representa a abordagem cirúrgica tradicional reservada especificamente para esses casos refratários.
O manejo envolve um procedimento operatório aberto direcionado às próprias aderências. Esta é uma técnica tradicional que foi amplamente substituída por outros métodos na prática rotineira, mas permanece como a abordagem indicada em casos graves selecionados.
DOI: 10.1016/j.jmig.2016.11.008