Tratamento da Embolia Aortoilíaca Quando a Revascularização Inicial Não Atingiu Melhora Angiográfica
Este protocolo aborda a situação clínica em que uma tentativa de revascularização de primeira linha para embolia aortoilíaca foi realizada, mas não produziu a melhora esperada do membro tratado na angiografia dentro da janela de tempo prevista.
Tratamento Anterior — Condição de Falha
O paciente já foi submetido a uma das seguintes intervenções de primeira linha:
- Trombo-embolectomia cirúrgica (sob anestesia regional ou local com anestesiologista presente, utilizando cateteres de embolectomia sobre fio-guia sob controle fluoroscópico) com angiografia de conclusão
- Trombólise dirigida por cateter com ativador de plasminogênio tecidual recombinante (alteplase) ou uroquinase
- Trombectomia mecânica e aspiração percutânea
Critério de escalonamento: falha em obter melhora do membro tratado na angiografia em 6–12 horas.
Quando o alvo angiográfico não foi atingido após cirurgia aberta, a próxima etapa estruturada envolve opções endovasculares direcionadas a problemas residuais de influxo ou efluxo — o regime sequencial completo está disponível pelo link abaixo.
References
DOI: 10.1016/j.ejvs.2019.09.006
- After open revascularisation for acute limb ischaemia, simultaneous endovascular treatment addressing inflow or outflow stenosis should be considered.
- For patients with residual thrombus after open surgery for acute limb ischaemia, intra-operative local thrombolysis may be considered.
- A widely used alternative is intra-operative instillation of thrombolytic agents (e.g., recombinant tissue plasminogen activator [rtPA] 4–10 mg) directly into the artery downstream with the aim of dissolving residual thrombus.