A ceratouveíte herpética apresenta um padrão clínico reconhecível que a distingue de outras causas de uveíte anterior. A correta identificação do cenário — incluindo a morfologia do edema corneano, o caráter dos precipitados ceráticos, as alterações sensoriais e a pressão intraocular — determina diretamente a abordagem terapêutica.
O diagnóstico é clínico: edema estromal circunscrito com precipitados ceráticos finos pigmentados no endotélio posterior à área de edema, sensação corneana reduzida e reação da câmara anterior de qualquer grau — com ou sem sinéquias posteriores. A pressão intraocular geralmente está elevada na ceratouveíte viral e requer atenção específica juntamente com os achados do segmento anterior.
O manejo combina terapia antiviral (oral e tópica) com agentes anti-inflamatórios tópicos. A pressão intraocular elevada neste contexto requer tratamento adicional direcionado. O regime completo — incluindo agentes específicos, sequenciamento e considerações de monitoramento — está no protocolo estruturado.
DOI: 10.4103/0301-4738.58468
There is presence of circumscribed corneal edema with fine pigmented KPs present on the endothelium posterior to the area of stromal edema, reduced corneal sensation, AC reaction of any grade, presence or absence of posterior synechiae.
IOP is found to be usually raised in patients with viral keratouveitis and hence antiglaucoma medications are often required in the management of viral keratouveitis.
The diagnosis is clinical and extensive oral and topical antiviral therapy is required along with topical steroids and cycloplegics.
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