Este protocolo aborda o tratamento estruturado das fístulas anais complexas — um subgrupo definido pela sua extensão anatômica e pelo envolvimento do mecanismo esfincteriano, o que aumenta significativamente o desafio técnico do tratamento e o risco de lesão do esfíncter.
As fístulas anais complexas abrangem diversas apresentações anatômicas que implicam risco elevado e requerem estratégias de preservação do esfíncter:
O tratamento neste contexto envolve uma estratégia inicial de preservação do esfíncter que controla a sepse ativa e otimiza o trajeto fistuloso antes do reparo definitivo. Uma abordagem drenante pode ser empregada como etapa preparatória quando há inflamação excessiva, supuração ou preocupação com a cicatrização da ferida.
DOI: 10.1111/codi.1674
'Complex' anal fistulas are extrasphincteric, suprasphincteric or high transsphincteric fistulas involving greater than 30% of the external anal sphincter (EAS) and intersphincteric fistulas involving greater than 50% of the IAS.
Rectovaginal fistula, anterior fistula in women, recurrent fistula and fistulas with horseshoe or multiple extensions are also classified as complex fistulas.
Bridging setons can be considered in patients prior to any sphincter-preserving procedure in the presence of excessive inflammation and suppuration, or for whom poor healing is a concern.
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