Fístula anorretal
ICD-10 K60.5ICD-11 DB50.2

Tratamento de Fístula Anorretal Complexa: Alta Transesfincteriana, Supraesfincteriana, Extraesfincteriana ou Recorrente com Múltiplas Extensões

Este protocolo aborda o tratamento estruturado das fístulas anais complexas — um subgrupo definido pela sua extensão anatômica e pelo envolvimento do mecanismo esfincteriano, o que aumenta significativamente o desafio técnico do tratamento e o risco de lesão do esfíncter.

Cenário Clínico

As fístulas anais complexas abrangem diversas apresentações anatômicas que implicam risco elevado e requerem estratégias de preservação do esfíncter:

Abordagem Terapêutica

O tratamento neste contexto envolve uma estratégia inicial de preservação do esfíncter que controla a sepse ativa e otimiza o trajeto fistuloso antes do reparo definitivo. Uma abordagem drenante pode ser empregada como etapa preparatória quando há inflamação excessiva, supuração ou preocupação com a cicatrização da ferida.

O protocolo completo e sequenciado — incluindo o percurso procedimental completo e os critérios de decisão — está disponível no link abaixo.
Acesso Imediato a Regimes Terapêuticos Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1111/codi.1674

'Complex' anal fistulas are extrasphincteric, suprasphincteric or high transsphincteric fistulas involving greater than 30% of the external anal sphincter (EAS) and intersphincteric fistulas involving greater than 50% of the IAS.

Rectovaginal fistula, anterior fistula in women, recurrent fistula and fistulas with horseshoe or multiple extensions are also classified as complex fistulas.

Bridging setons can be considered in patients prior to any sphincter-preserving procedure in the presence of excessive inflammation and suppuration, or for whom poor healing is a concern.

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