Espondilite anquilosante
ICD-10 M45 · ICD-11 FA92.0Z

Espondilite Anquilosante Quando os AINEs Falharam no Controle da Dor Lombar e da Rigidez Espinhal

Para pacientes com espondilite anquilosante cuja dor lombar e rigidez espinhal permanecem sem controle após um ensaio adequado de primeira linha, uma abordagem estruturada de segunda linha está indicada. Este protocolo define as condições para escalonamento terapêutico e a direção terapêutica a seguir.

Linha anterior — condição de falha

O manejo de primeira linha compreendeu AINEs na dose máxima tolerada, utilizados continuamente conforme necessário, juntamente com educação sobre espondiloartrite axial, exercício físico regular, fisioterapia e cessação do tabagismo. O escalonamento para este protocolo é desencadeado pela falha no controle da dor lombar e da rigidez espinhal em 2 a 4 semanas.

Abordagem de segunda linha (visão parcial)

Para pacientes com atividade da doença persistentemente elevada apesar do tratamento acima, a prática atual apoia o escalonamento para uma terapia biológica que visa uma via inflamatória específica. Uma segunda classe de agente-alvo também pode ser considerada em casos apropriados. Os critérios completos de seleção, sequenciamento e etapas de monitoramento constam no protocolo completo.

Meta: melhora clinicamente importante na atividade da doença em 12 semanas
Acesso Imediato a Esquemas Terapêuticos Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1136/ard-2022-223296 View source ↗