Cisto Ósseo Aneurismático: O Que Fazer Quando a Escleroterapia Não Alcançou a Cura
Nem todos os cistos ósseos aneurismáticos respondem adequadamente à escleroterapia percutânea. Quando o tratamento inicial não alcança a cura esperada da lesão, um protocolo estruturado define o próximo passo clínico.
Tratamento Anterior — Condição de Falha
A linha anterior envolveu injeção percutânea de polidocanol (escleroterapia) sob orientação fluoroscópica, administrada em múltiplas sessões. O objetivo dessa abordagem era a cura e reparação da lesão do cisto ósseo. Quando esse objetivo não é alcançado, a escalada para este protocolo de próxima linha é justificada.
Abordagem de Próximo Passo (Visão Geral Parcial)
Para lesões que não respondem à escleroterapia, uma intervenção cirúrgica no local da lesão é a próxima opção. O protocolo completo especifica a técnica operatória e como ela é ampliada para minimizar o risco de recorrência local — esses detalhes estão contidos no regime estruturado.
Objetivo Clínico
Controle local da lesão sem recorrência.
References
DOI: 10.7759/cureus.53587
- Curettage should be reserved for lesions that do not respond to sclerotherapy and preferably with a high-speed burr to reduce the chance of local recurrence.
- After intralesional resection of an ABC lesion, a high-speed burr can be used to augment curettage by mechanical disruption of the lesion to the level of the circumscribing bone.
- Gibbs et al. performed curettage with a high-speed burr without the use of any adjuvant on the 34 patients and achieved approximately a 90% control rate after a median follow-up of 7.2 years.
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