Quando uma fissura anal não responde adequadamente ao manejo conservador inicial — especificamente quando não se alcança a passagem de fezes amolecidas sem esforço — está indicada uma abordagem estruturada de segunda linha. Este protocolo descreve o curso de ação recomendado nesse ponto.
A primeira linha de manejo consiste em tratamento conservador básico: medidas para promover fezes amolecidas por meio de mudanças no estilo de vida e na dieta (incluindo ingestão adequada de fibras) e laxantes; analgesia com agentes anestésicos tópicos e analgésicos não opioides; banhos de assento; e orientações sobre hábitos de higiene intestinal.
A terapia farmacológica tópica torna-se a abordagem recomendada nesta etapa. A escolha entre os agentes tópicos disponíveis pode ser orientada pelo histórico clínico individual do paciente — em particular, certos agentes podem ser preferidos ou evitados dependendo desse histórico.
O protocolo completo especifica as opções, a duração e os critérios de seleção.
Cicatrização da fissura anal, avaliada após um curso de tratamento adequado de 6–8 semanas. Uma taxa de cicatrização de 50%–60% pode ser esperada com um regime apropriado concluído neste período.
For the first-line treatment of chronic anal fissures topical treatment with either glyceryl trinitrate (GTN) 0.4% or diltiazem 2% for 2 months may be considered.
The minimum time needed to heal a fissure appears to be greater than 4 weeks and most clinicians recommend an 8 week course.
A 50%–60% healing rate may be expected after an adequate course of treatment of perhaps 6–8 weeks (Recommendation 5).
View source ↗