Manejo da ABPA quando a combinação de prednisolona e itraconazol não atingiu a resposta necessária
A aspergilose broncopulmonar alérgica (ABPA) recorrente pode não responder adequadamente a um esquema inicial de combinação. Quando os critérios de resposta definidos não são alcançados, o paciente é considerado portador de ABPA dependente de tratamento e aplica-se um protocolo estruturado de segunda linha.
Tratamento anterior e motivo de escalonamento
O esquema anterior — uma combinação de prednisolona oral e itraconazol oral, cada um administrado por 4 meses, para exacerbações recorrentes de ABPA — não atingiu a resposta necessária após 8–12 semanas:
- Melhora significativa dos sintomas (escore de Likert ou EVA ≥50%) e das radiografias de tórax
- Redução de pelo menos 20% na IgE total sérica
A falha em atingir esses critérios define a ABPA dependente de tratamento e indica o escalonamento para este protocolo.
Abordagem de segunda linha (visão parcial)
Este protocolo aborda a ABPA dependente de tratamento com uma variedade de opções que incluem terapia antifúngica de longo prazo e agentes biológicos direcionados, com critérios específicos que determinam quando cada um é adequado e quais alternativas se aplicam em casos de intolerância ou resposta insuficiente.
As opções completas, os critérios de seleção e o sequenciamento estão detalhados no protocolo completo →
References
DOI: 10.1183/13993003.00061-2024
- Long-term itraconazole (100%), nebulised amphotericin B (LoC: 100%) or biological agents (LoC: 71%) are recommended options for managing treatment-dependent ABPA.
- Oral voriconazole, posaconazole and isavuconazole should not be used as first-line agents for treating acute ABPA (LoC: 78.1–96.9%). They may be used if there are contraindications to systemic glucocorticoids and intolerance, failure or resistance to itraconazole therapy (LoC: 12.8–64.1%).
- Finally, continuous low-dose glucocorticoids should be the last option in managing treatment-dependent ABPA.
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