Oclusão arterial aguda do membro superior
ICD-10 I74.2 · ICD-11 BD30.0

Oclusão Arterial Aguda do Membro Superior: O Que Fazer Quando a Embolectomia Braquial Cirúrgica Não Restaurou a Perfusão do Membro

Cenário Clínico

Este protocolo aborda a isquemia aguda do membro superior quando o membro está ameaçado — com apresentação de perda motora ou sensitiva — ou quando a preservação da função do membro é essencial para a qualidade de vida do paciente.

A anticoagulação conservadora isolada não é recomendada quando o membro está ameaçado ou quando a função do membro é importante para a qualidade de vida.

Tratamento Anterior e Por Que Foi Insuficiente

A etapa de primeira linha — embolectomia braquial cirúrgica sob anestesia local, com angiografia de conclusão intraoperatória e anticoagulação sistêmica — tem como objetivo restaurar a perfusão visível e o pulso palpável no punho.

Condição de falha: A perfusão visível e o pulso palpável no punho não foram alcançados após a embolectomia cirúrgica. Este protocolo define o próximo passo.

Abordagem de Segunda Linha (Visão Geral)

Quando a embolectomia não restaura completamente a perfusão, a abordagem avança para intervenções endovasculares — técnicas baseadas em cateter e aspiração — associadas a terapias direcionadas para isquemia distal ou residual. O algoritmo completo, as indicações e os pontos de decisão clínica estão disponíveis no protocolo estruturado completo.

Acesso Imediato a Esquemas Terapêuticos Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1016/j.ejvs.2019.09.006

For a patient with acute ischaemia of the upper limb, conservative treatment with anticoagulation alone is not recommended if the arm is threatened, or if limb function is important to quality of life.

Endovascular treatments such as percutaneous thrombectomy, aspiration thrombectomy, or CDT have been used for acute upper limb ischaemia, but only case reports exist to describe their benefits and complications.

Primary distal thrombosis of the hand (or residual distal ischaemia after embolectomy) may benefit from CDT or intravenous prostaglandin therapy.

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