ABRS com Secreção Nasal Purulenta: Quando a Terapia com Amoxicilina Falha em Melhorar os Sintomas

Este protocolo aplica-se a pacientes com rinossinusite bacteriana aguda não complicada (ABRS) e sem alergia à penicilina cujos sintomas não melhoraram conforme esperado com um regime de primeira linha baseado em amoxicilina.

Cenário Clínico

A ABRS é diagnosticada quando a drenagem nasal purulenta, acompanhada de obstrução nasal e/ou dor-pressão-plenitude facial, persiste sem melhora por pelo menos 10 dias — ou piora dentro de 10 dias após uma melhora inicial (piora dupla). A infecção é não complicada: não há extensão neurológica, oftalmológica ou de tecidos moles além dos seios paranasais e da cavidade nasal.

Tratamento Anterior — Meta Não Atingida

O paciente já recebeu amoxicilina de primeira linha (com ou sem clavulanato). Os sinais e sintomas da ABRS geralmente devem melhorar dentro de 3 a 5 dias após o início da terapia com antibióticos. Quando essa melhora não ocorre, a escalada para a próxima etapa antibiótica está indicada.

Abordagem da Próxima Etapa

Quando a ABRS é confirmada e a terapia de primeira linha baseada em amoxicilina não produziu a resposta esperada, a abordagem recomendada envolve a mudança para um agente antibiótico alternativo. O agente específico, a dosagem e os critérios de seleção estão detalhados no protocolo estruturado completo.

Acesso Imediato a Regimes Estruturados Baseados em Evidências

References

DOI: 10.1002/ohn.1344

A clinician should diagnose ABRS when (a) symptoms or signs of acute rhinosinusitis (purulent nasal drainage accompanied by nasal obstruction, facial pain-pressure-fullness, or both) persist without evidence of improvement for at least 10 days beyond the onset of upper respiratory symptoms, or (b) symptoms or signs of acute rhinosinusitis worsen within 10 days after an initial improvement (double worsening).

Uncomplicated rhinosinusitis is defined as rhinosinusitis without clinically evident extension of inflammation outside the paranasal sinuses and nasal cavity at the time of diagnosis (e.g., no neurologic, ophthalmologic, or soft tissue involvement).

If ABRS is confirmed, the clinician should change the antibiotic.

Optimal therapy of multi-drug resistant S. pneumoniae and beta-lactamase-producing H. influenzae and M. catarrhalis, would include high-dose amoxicillin-clavulanate (4 g per day amoxicillin equivalent) or a respiratory fluoroquinolone (ie, levofloxacin, moxifloxacin,) if no alternative agents are available.

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