Este protocolo aplica-se a doentes hospitalizados com pielonefrite aguda cuja condição não respondeu adequadamente à terapêutica antimicrobiana parenteral empírica de primeira linha — e que, por esse motivo, não conseguiram fazer a transição para o tratamento oral.
A pielonefrite aguda com necessidade de hospitalização requer uma abordagem antimicrobiana intravenosa. Os doentes são inicialmente tratados com terapêutica parenteral empírica de primeira linha; aqueles que não atingem a resposta clínica esperada necessitam de um regime de escalada.
O doente recebeu terapêutica antimicrobiana parenteral empírica de primeira linha — ciprofloxacina, levofloxacina, cefotaxima ou ceftriaxona — sem atingir o objetivo requerido: melhoria clínica e capacidade de tolerar fluidos orais em quantidade suficiente para permitir a transição de terapêutica parenteral para oral. Uma vez que esse limiar não foi atingido, está indicada a próxima linha de tratamento.
A gestão clínica escala para terapêutica antimicrobiana parenteral empírica de segunda linha, incorporando agentes com um espectro de atividade mais alargado. A seleção completa dos agentes e o regime posológico completo estão disponíveis no protocolo estruturado abaixo.