Leucemia promielocítica aguda
ICD-10 C92.4 · ICD-11 2A60.0&XH1A50

Tratamento da Leucemia Promielocítica Aguda com Leucócitos Acima de 10.000/ml (LPA de Alto Risco)

A leucemia promielocítica aguda que se apresenta com contagem de leucócitos acima de 10.000/ml define a categoria de alto risco. Este limiar influencia diretamente a estratégia de tratamento e é a base para a tomada de decisão estratificada por risco na LPA.

Cenário clínico

A LPA é estratificada pela contagem de leucócitos na apresentação. Uma contagem acima de 10.000/ml classifica os pacientes no grupo de alto risco — uma distinção que a maioria dos clínicos utiliza atualmente como a principal fronteira entre alto risco e risco baixo/intermediário (≤10.000/ml). Essa classificação é a característica definidora da população-alvo deste protocolo.

Abordagem terapêutica (visão geral)

A abordagem para este subgrupo de alto risco — incluindo doença recidivada e refratária — centra-se em estratégias de salvamento combinadas. Os agentes à base de arsênio, usados isoladamente ou combinados com outros agentes, constituem a pedra angular dos esquemas avaliados neste contexto. O algoritmo completo, as combinações específicas e todos os detalhes de dosagem estão disponíveis no protocolo completo.

Objetivo do tratamento: Reobtenção da remissão molecular completa (PML-RARA negativo).
Acesso Imediato a Esquemas Terapêuticos Baseados em Evidências

References

  1. In the era of ATRA, APL has been stratified into three categories of risk with regards to relapse-free survival (RFS): WBC >10,000/ml (high-risk), WBC ≤10,000 ml with platelet count ≤40,000/ml (intermediate-risk), and WBC ≤10,000/ml with platelet count >40,000/ml (low-risk).
  2. Today, most clinicians will categorize APL within two categories, high risk (>10,000/ml) and low/intermediate risk.
  3. The activity of ATO in relapsed disease has been demonstrated in multiple studies.
  4. The combination of ATO and other agents such as idarubicin and GO have also shown efficacy in regaining molecular CR.
DOI: 10.3389/fonc.2022.1062524
View source ↗